Show simple item record

dc.rights.licenseAtribución-NoComercial 4.0 Internacional
dc.contributor.authorOchoa Sotomayor, Gloria Alejandra
dc.date.accessioned2019-07-03T01:33:00Z
dc.date.available2019-07-03T01:33:00Z
dc.date.issued2017-06-25
dc.identifier.issnISSN: 2256-5485
dc.identifier.urihttps://repositorio.unal.edu.co/handle/unal/66140
dc.description.abstractEste artículo estudia la relación entre identidad y memoria, entendida esta última en una doble dimensión: como continuadora de identidad y como constructora de identidad. Desde esta perspectiva, el texto indaga la relación identidad-memoria en cuatro organizaciones que denuncian la violación de los derechos humanos y el terrorismo de Estado en Chile luego del golpe militar de 1973. Se analiza la relación entre la manifestación pasada de estos grupos y su expresión presente y la identidad, que se define como una sutura y un posicionamiento estratégico que permite historizar las expresiones de memoria y reflexionar respecto a ellas más allá de una aproximación contingente. A través de la memoria militante de Londres 38, la memoria campesina de Memorial Paine y la comunidad hecha memoria en el caso de Chacabuco, se postula la doble dimensión que se mencionó y se explica cómo esta permite entender las distintas aproximaciones a un hecho aceptado por las organizaciones analizadas. Así, sus características y sus particularidades, su acción y su devenir llevan a reconocer las diferencias, manifestaciones y posibilidades de estas organizaciones para mantenerse en el espacio de las narrativas sociales sobre el pasado y el presente y, principalmente, sobre las identidades de las que son expresión. Por ello, en este trabajo se señala la relevancia de reconocer la doble dimensión de la memoria. Al mismo tiempo, invita a reflexionar e indagar sobre la relación identidad-memoria mayormente aceptada y acerca de la manifestación de esta en el espacio discursivo de los nuevos contextos sociales en los que se produce y a los que cada grupo debe hacer frente.
dc.description.abstractThe article studies the relationship between identity and memory, understanding the latter in a dual dimension: as a continuation of identity and as a means to build identity. From this perspective, the text inquiries into the identity-memory relationship in four organizations that denounce State terrorism and the violation of human rights in Chile after the military coup of 1973. It analyzes the relation between the past actions of these groups and their present expression and identity, which is defined as a suture and a strategic positioning that makes it possible to historicize the expressions of memory and reflect on them by going beyond contingent approaches. Through the militant memory of Londres 38,the peasant memory of Memorial Paine, and the community turned memory in the case of Chacabuco, the article explains how the abovementioned dual dimension of memory allows us to understand the different approaches to a fact accepted by the organizationsunder analysis. Thus, their characteristics and peculiarities, their action, and their evolution make it possible to recognize the differences, expressions, and possibilities of these organizations regarding their continued presence in the space of social narratives of the past and present, and, above all, the identities that they express. For this reason, the paper highlights the relevance of acknowledging the dual dimension of memory. At the sametime, it encourages reflection and inquiry into the widely accepted relationship between identity and memory and its expression in the discursive space of the new social contexts in which it is produced and which each group has to deal with.
dc.description.abstractEste artigo estuda a relação entre identidade e memória, esta última entendida numa dupla dimensão: como continuadora de identidade e como construtora de identidade. Sob essa perspectiva, o texto questiona a relação identidade-memória em quatro organizações que denunciam a violação dos direitos humanos e o terrorismo de Estado no Chile após o golpe militar de 1973. Analisa-se a relação entre a manifestação passada desses grupos e sua expressão presente e a identidade, que é definida como uma sutura e um posicionamento estratégico que permite historizar as expressões de memória e refletir a respeito delas mais além de uma aproximação contingente. Por meio da memória militantede Londres 38, da memória camponesa de Memorial Paine e da comunidade feita memória no caso de Chacabuco, estabelece-se a dupla dimensão que se mencionou e explica-se como esta permite entender as diferentes aproximações a um fato aceito pelas organizações analisadas. Assim, suas características e suas particularidades, sua ação e seu futuro levam a reconhecer as diferenças, as manifestações e as possibilidades dessas organizações para se manterem no espaço das narrativas sociais sobre o passado e o presente, e, principalmente, sobre as identidades das quais são expressão. Por isso, neste trabalho, indica-se a relevância de reconhecer a dupla dimensão da memória. Ao mesmo tempo, convida a refletir e a questionar acerca da relação identidade-memória mais aceita e da manifestação desta no espaço discursivo dos novos contextos sociais nos quais se produz e os quais cada grupo deve enfrentar.
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isospa
dc.publisherUniversidad Nacional de Colombia - Sede Bogotá - Facultad de Ciencias Humanas - Departamento de Sociología
dc.relationhttps://revistas.unal.edu.co/index.php/recs/article/view/65905
dc.relation.ispartofUniversidad Nacional de Colombia Revistas electrónicas UN Revista Colombiana de Sociología
dc.relation.ispartofRevista Colombiana de Sociología
dc.rightsDerechos reservados - Universidad Nacional de Colombia
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subject.ddc3 Ciencias sociales / Social sciences
dc.titleIdentidades y memorias en Londres 38, Paine y Chacabuco (Chile)
dc.typeArtículo de revista
dc.type.driverinfo:eu-repo/semantics/article
dc.type.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.identifier.eprintshttp://bdigital.unal.edu.co/67164/
dc.relation.referencesOchoa Sotomayor, Gloria Alejandra (2017) Identidades y memorias en Londres 38, Paine y Chacabuco (Chile). Revista Colombiana de Sociología, 40 (1Supl). pp. 27-43. ISSN 2256-5485
dc.rights.accessrightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.subject.proposalChacabuco
dc.subject.proposalChile
dc.subject.proposalidentidad
dc.subject.proposalmemoria
dc.subject.proposalLondres 38
dc.subject.proposalPaine.
dc.subject.proposalChacabuco
dc.subject.proposalChile
dc.subject.proposalidentity
dc.subject.proposalmemory
dc.subject.proposalLondres 38
dc.subject.proposalPaine.
dc.subject.proposalChacabuco
dc.subject.proposalChile
dc.subject.proposalidentidade
dc.subject.proposalmemória
dc.subject.proposalLondres 38
dc.subject.proposalPaine.
dc.type.coarhttp://purl.org/coar/resource_type/c_6501
dc.type.coarversionhttp://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85
dc.type.contentText
dc.type.redcolhttp://purl.org/redcol/resource_type/ART
oaire.accessrightshttp://purl.org/coar/access_right/c_abf2


Files in this item

Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record

Atribución-NoComercial 4.0 InternacionalThis work is licensed under a Creative Commons Reconocimiento-NoComercial 4.0.This document has been deposited by the author (s) under the following certificate of deposit