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dc.creatorRios Oyola, Sandra Milena
dc.date.accessioned2019-07-03T01:33:37Z
dc.date.available2019-07-03T01:33:37Z
dc.date.created2017-06-25
dc.identifierISSN: 2256-5485
dc.identifier.urihttps://repositorio.unal.edu.co/handle/unal/66145
dc.descriptionEl artículo explora los conceptos de memoria social, cultural y colectiva y examina cómo las políticas de la memoria implementadas en la justicia transicional y las narrativas de la memoria social, fruto de las comisiones de la verdad, llevan a la deslegitimación de regímenes autoritarios y al empoderamiento y participación cívica de grupos marginados en los casos de Corea del Sur y de Chile. En Corea del Sur, la memoria de la víctima-héroeha servido para deslegitimar el régimen antidemocrático anterior, pero no ha logrado superar la polarización política existente. Mientras que, en Chile, la memoria de los abusos en contra de los derechos humanos ha deslegitimado la dictadura y ha fundamentado la acción de un movimiento político de izquierda, pero no ha logrado conectar de manera exitosa las violaciones de los derechos humanos del pasado con las actuales. El artículo se basa en los resultados del proyecto interdisciplinar “El impacto de los mecanismos de justiciatransicional en la construcción de instituciones democráticas”. Se utiliza una metodología cualitativa de comparación internacional de estudios de caso, a través del análisis secundario de datos, entrevistas y visitas de campo. Teniendo en cuenta los mecanismossociales y culturales que participan en la construcción de la memoria social, se concluye que el recuerdo de eventos atroces como práctica social se da casi de manera espontánea, pero su incorporación en políticas oficiales de justicia transicional requiere esfuerzos concertados y de la participación de grupos portadores de memoria (carrier groups) en la esfera pública. Por lo tanto, es necesario entender cómo se dan estos procesos de construcción de memoria social y en qué medida contribuyen a la transformación social necesaria para el fortalecimiento de la democracia en sociedades transicionales. Además, el artículo hace algunas recomendaciones que pueden tomarse para el caso colombiano.
dc.descriptionEste artigo explora os conceitos de memória social, cultural e coletiva, e examina como as políticas da memória implantadas na justiça de transição e nas narrativas da memória social, fruto das comissões da verdade, levam à deslegitimação de regimesautoritários e ao empoderamento e à participação cívica de grupos marginalizados nos casos do Chile e da Coreia do Sul. Nesta, a memória da vítima-herói tem servido para deslegitimar o regime antidemocrático anterior, mas não tem conseguido superar a polarização política existente. Enquanto no Chile, a memória dos abusos contra os direitos humanos tem deslegitimado a ditadura e fundamentado a ação de um movimento político de esquerda, mas não tem conseguido conectar com sucesso as violações dos direitoshumanos do passado com as atuais. Este artigo se baseia nos resultados do projeto interdisciplinar “O impacto dos mecanismos de justiça de transição na construção de instituições democráticas”. Utiliza-se uma metodologia qualitativa de comparação internacionalde estudos de caso, por meio da análise secundária de dados, entrevistas e visitas de campo. Considerando os mecanismos sociais e culturais que participam da construção da memória social, conclui-se que a recordação de eventos atrozes como prática social sedá quase que de maneira espontânea, mas sua incorporação em políticas oficiais de justiça de transição requer esforços conjuntos e a participação de grupos portadores de memória (carrier groups) na esfera pública. Portanto, é necessário entender como esses processos de construção de memória social acontecem e em que medida contribuem para a transformação social necessária para o fortalecimento da democracia em sociedades de transição. Além disso, este artigo traz algumas recomendações que podem ser consideradas para o caso colombiano.
dc.descriptionThe article explores the concepts of social, cultural and collective memory and examines the way in which the policies of memory implemented by transitional justice and the narratives of social memory resulting from truth commissions led to delegitimizingauthoritarian regimes and to the empowerment and civic participation of marginalized groups in the cases of South Korea and Chile. In South Korea, the memory of the heroic victim has served to delegitimize the former antidemocratic regime, but it has not succeeded in overcoming the existing political polarization. On the other hand, in Chile, the memory of human rights violations has delegitimized the dictatorship and served as the basis for the actions of a leftist political movement, but has not managed to successfully connect past and present human rights violations.The article is based on the findings of the interdisciplinary project “The Impact of Transitional Justice Mechanisms on the Construction of Democratic Institutions”. It employs a qualitative methodology that compares international case studies and carries out secondary analysis of data, interviews, and field visits. Taking into account the social and cultural mechanisms involved in the construction of social memory, the paper concludes that the remembrance of atrocious events as a social practice emerges almost spontaneously, but that its incorporation into official transitional justice policies requires joint efforts and the participation in the public sphere of memory carrier groups. Therefore, it is necessary to understand how these processes of construction of social memory arise and to what extent they contribute to the social transformation necessary to strengthen democracy in transitional societies. The article also makes some recommendations that are applicable to the Colombian case.
dc.formatapplication/pdf
dc.publisherUniversidad Nacional de Colombia - Sede Bogotá - Facultad de Ciencias Humanas - Departamento de Sociología
dc.relationhttps://revistas.unal.edu.co/index.php/recs/article/view/65910
dc.relation.ispartofUniversidad Nacional de Colombia Revistas electrónicas UN Revista Colombiana de Sociología
dc.relation.ispartofRevista Colombiana de Sociología
dc.subjectChile
dc.subjectColômbia
dc.subjectCoreia do Sul
dc.subjectempoderamento
dc.subjectjustiça de transição
dc.subjectlegitimação
dc.subjectmemória social
dc.subjectparticipação cívica
dc.subjectChile
dc.subjectColombia
dc.subjectCorea del Sur
dc.subjectempoderamiento
dc.subjectjusticia transicional
dc.subjectlegitimación
dc.subjectmemoria social
dc.subjectparticipación cívica.
dc.subjectChile
dc.subjectColombia
dc.subjectSouth Korea
dc.subjectempowerment
dc.subjecttransitional justice
dc.subjectlegitimization
dc.subjectsocial memory
dc.subjectcivic participation
dc.subject.ddc3 Ciencias sociales / Social sciences
dc.titleLa memoria social: una herramienta de la justicia transicional en Chile y Corea del Sur
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.type.spaArtículo - Article
dc.type.hasversioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.rights.accessRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.identifier.bibliographicCitationRios Oyola, Sandra Milena (2017) La memoria social: una herramienta de la justicia transicional en Chile y Corea del Sur. Revista Colombiana de Sociología, 40 (1Supl). pp. 129-147. ISSN 2256-5485
dc.identifier.eprintshttp://bdigital.unal.edu.co/67169/


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