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dc.creatorBorquéz González, Roxana
dc.date.accessioned2019-07-03T01:35:56Z
dc.date.available2019-07-03T01:35:56Z
dc.date.created2017-07-01
dc.identifierISSN: 2256-5485
dc.identifier.urihttps://repositorio.unal.edu.co/handle/unal/66164
dc.descriptionEn las últimas décadas, se han observado importantes cambios en torno a la relación entre la ciencia y la sociedad. Se ha transitado de un paradigma basado en que la ciencia está transformando la sociedad a otro que abre a la posibilidad de que la sociedad transforme la ciencia. El aporte de la esfera científica, al igual que el brindado por cada uno de los actores sociales, es fundamental para apoyar la toma de decisiones en política pública. Así lo ha demostrado el Panel Intergubernamental de Expertos sobre Cambio Climático (IPCC), que ha jugado un rol clave en la toma de acciones de la comunidad internacional. Sin embargo, la relación entre ciencia y política no ha sido suficientemente fluida en Chile. El objetivo del estudio fue identificar y analizar, a través de metodología cualitativa de carácter exploratorio, las brechas y los facilitadores de la relación entre investigadores del campo de las ciencias naturales y las políticas públicas en Chile, con énfasis en el área del cambio climático. Esto permitió analizar la estructura y la dinámica de incentivos a la actividad de las esferas científica y pública, y los mecanismos de comunicación y coordinación existentes entre ellas. Así, se identificaron ocho brechas y dos facilitadores. Resaltan el bajo interés de la esfera científica en realizar “asesorías” solicitadas por servicios públicos que generan políticas públicas, la falta de incentivos o exigencias académicas para simplificar contenidos, así como la falta de comunicación y de interacción regular que generan una diferencia entre lo que la esfera político-administrativa espera de los científicos y la forma en que estos últimos ven como efectiva y útil su participación. Además, se observaron fallas de coordinación entre quien financia la investigación y quien genera la política pública. Los resultados también muestran que las brechas entre las esferas no se reducen únicamente al campo del cambio climático, sino que se deben también a la manera como están conformadas las estructuras científicas y políticas de Chile.
dc.descriptionImportant changes in the relation between science and society have taken place in the last few decades. There has been a shift from a paradigm in which science transforms society to one that opens up the possibility of society transforming science. The contribution of the science sector, as well as that of each one of the social actors, is fundamental in supporting decision-making regarding public policies, as stated by the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), which has played a key role in the adoption of actions by the international community. In Chile, however, the relation between science and politics has not been smooth enough. On the basis of an exploratory qualitative methodology, the objective of our study was to identify and analyze the gaps and facilitators of the relation between researchers in the field of natural science and public policies in Chile, focusing on the area of climate change. This made it possible to analyze the structure and dynamics of incentives for activities in the scientific and public spheres, as well as the existing mechanisms for communication and coordination between them. Thus, eight gaps and two facilitators were identified. The following aspects are worth highlighting: the scarce interest of the science sector in providing advisories requested by the public services that generate public policies; the lack of incentives or academic demands to simplify contents; and the absence of regular communication and interaction, which creates a difference between what the political-administrative sphere expects of scientists and the way the latter think their participation can be useful and effective. Moreover, flaws in the coordination between those who finance research and those who design public policies were observed. The results also show that the gaps between spheres are not limited to the issue of climate change; rather, they are due to the way scientific and political structures are shaped in Chile.
dc.descriptionNas últimas décadas, têm-se observado importantes mudanças sobre a relação entre a ciência e a sociedade. Transitou-se de um paradigma baseado em que a ciência está transformando a sociedade a outro que abre a possibilidade de que a sociedade transforme a ciência. A contribuição da esfera científica, assim como a contribuição de cada um dos atores sociais, é fundamental para apoiar a tomada de decisões em política pública. Assim tem demonstrado o Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC), que tem desempenhado um papel fundamental na tomada de ações por parte da comunidade internacional. Contudo, a relação entre ciência e política não tem sido suficientemente fluída no Chile. O objetivo deste estudo foi identificar e analisar, com uma metodologia qualitativa de caráter exploratório, as brechas e os facilitadores da relação entre pesquisadores do campo das ciências naturais e as políticas públicas no Chile, com ênfase na áreada mudança climática. Isso permitiu analisar a estrutura e a dinâmica de incentivos para a atividade das esferas científica e pública, e os mecanismos de comunicação e coordenação existentes entre elas. Assim, identificaram-se oito brechas e dois facilitadores. Ressaltam-se o baixo interesse da esfera científica em realizar “assessorias” solicitadas por serviços públicos que geram políticas públicas, a falta de incentivos ou exigências acadêmicas para simplificar conteúdos, bem como a falta de comunicação e de interação regular que geram uma diferença entre o que a esfera político-administrativa espera dos cientistas e a forma em que estes veem como efetiva e útil sua participação. Além disso, observam-se falhas de coordenação entre quem financia a pesquisa e quem gera a política pública. Os resultados também mostram que as brechas entre as esferas não se reduzem unicamente ao campo da mudança climática, mas que se devem também à maneira como estão conformadas as estruturas científicas e políticas do Chile.
dc.formatapplication/pdf
dc.publisherUniversidad Nacional de Colombia - Sede Bogotá - Facultad de Ciencias Humanas - Departamento de Sociología
dc.relationhttps://revistas.unal.edu.co/index.php/recs/article/view/66402
dc.relation.ispartofUniversidad Nacional de Colombia Revistas electrónicas UN Revista Colombiana de Sociología
dc.relation.ispartofRevista Colombiana de Sociología
dc.subjectcambio climático
dc.subjectChile
dc.subjectfinanciación de la ciencia
dc.subjectgeneración de políticas
dc.subjectinterfaz ciencia-política, políticas públicas
dc.subjectrol de la ciencia.
dc.subjectclimate change
dc.subjectChile
dc.subjectfinancing of science
dc.subjectgeneration of policies
dc.subjectinterface science-politics
dc.subjectpublic policies
dc.subjectrole of science.
dc.subjectChile
dc.subjectfinanciamento da ciência
dc.subjectgeração de políticas
dc.subjectinterface ciência-política
dc.subjectmudança climática
dc.subjectpapel da ciência,
dc.subjectpolíticas públicas.
dc.subject.ddc3 Ciencias sociales / Social sciences
dc.titleInterfaz ciencia-políticas públicas en Chile: una mirada a la investigación en cambio climático
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.type.spaArtículo - Article
dc.type.hasversioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.rights.accessRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.identifier.bibliographicCitationBorquéz González, Roxana (2017) Interfaz ciencia-políticas públicas en Chile: una mirada a la investigación en cambio climático. Revista Colombiana de Sociología, 40 (2). pp. 311-332. ISSN 2256-5485
dc.identifier.eprintshttp://bdigital.unal.edu.co/67188/


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