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dc.creatorBermeo Osorio, Julián David
dc.date.accessioned2019-07-03T01:36:25Z
dc.date.available2019-07-03T01:36:25Z
dc.date.created2017-01-01
dc.identifierISSN: 2256-5485
dc.identifier.urihttps://repositorio.unal.edu.co/handle/unal/66168
dc.descriptionEn el artículo se cuestiona la memoria como una práctica colectiva, cuando la violencia permanece activa en el presente, tomando como referente la experiencia de docentes de secundaria de dos colegios públicos de la ciudad de Bogotá, quienes, con la colaboración de sus estudiantes desarrollaron iniciativas de memoria sobre el conflicto armado en Colombia. Esto, precisamente, cuando en el país se adelantan negociaciones de paz y a la vez se implementan medidas de justicia transicional.Más específicamente, se identifican e interpretan los marcos desde los que se configuran las narrativas con las que estos actores educativos dan cuenta de su participación en tales iniciativas. En principio, se observa cómo el postulado del filósofo George Santayana “Aquellos que no recuerdan el pasado están condenados a repetirlo” es utilizado recurrentemente para insertar sus experiencias en la producción colaborativa de memoria.Sin embargo, en el transcurso de la narración, el pasado, el presente violento y el futuro incierto convergen, conduciendo a los participantes a cuestionar si hay lugar para la no- repetición, cuando problemáticas actuales, ligadas a formas históricas de violencia, y las expectativas de construcción de paz a futuro emergen y se ubican en el centro de la discusión. En consecuencia, se ven abocados a reenmarcar sus planteamientos iniciales, al punto de aceptar que el conocimiento del pasado cobra sentido, siempre que en el presente se lleven a cabo acciones que contribuyan a la transformación de las contradicciones subyacentes del conflicto, y así evitar su reproducción cíclica.En síntesis, a partir de un análisis de marcos interpretativos, este artículo arroja luz sobre las prácticas discursivas y sobre las luchas que actores específicos libran en espacios concretos, como la escuela, ante las contradicciones impuestas por un contexto en el que la producción de memoria debe coexistir con diferentes formas de violencia.
dc.descriptionThis article questions memory as a collective practice when violence remains active in the present. As a reference it brings in the experience of high school teachers at two public schools in the city of Bogota who, with the collaboration of their students, carriedout initiatives related to the memory of the armed conflict in Colombia. These are taking place precisely at the moment the country is holding peace talks and implementing measures for transitional justice. More specifically, the article identifies and interprets the framework of the narratives that these educational stakeholders adopt in order to make sense of their participation inthese initiatives. At first, the postulate of the philosopher George Santayana “those who do not remember the past are condemned to repeat it” is recurrently used to insert their experiences in the collaborative production of memory. But over the course of the narration, the past, the violent present and the uncertainfuture converge, leading the participants to question if there is a place for non-repetition, when the current problems, linked to the historic forms of violence and the expectations of the construction of a future peace, emerge and are the focus of the discussion. Consequently, the educational stakeholders are forced to reframe their initial thoughts, to accept that knowledge of the past makes sense, when in the present actions are carried out thatcontribute to the transformation of the underlying contradictions of the conflict to thus prevent their cyclic reproduction. In summary, using an analysis of interpretative frameworks, this article sheds light on the discourse practices and the battles that the specific actors must wage in concrete spaces, such as the school, faced with the contradictions imposed by a context in which the production of memory must coexist with different forms of violence.
dc.descriptionNeste artigo, questiona-se a memória como uma prática coletiva, quando a violência permanece ativa no presente, tomando como referente a experiência de docentes de ensino fundamental de dois colégios públicos da cidade de Bogotá (Colômbia), os quais, coma colaboração de seus estudantes, desenvolveram iniciativas de memória sobre o conflito armado na Colômbia. Isso, precisamente, quando no país se realizam negociações de paz e, ao mesmo tempo, se implementam medidas de justiça de transição.Mais especificamente, identificam-se e interpretam-se os referenciais a partir dos quais se configuram as narrativas com que esses atores educativos dão conta de sua participaçãonessas iniciativas. Em princípio, observa-se como o princípio do filósofo George Santayana “Aqueles que não lembram o passado estão condenados a repeti-lo” é utilizado de forma recorrente para inserir suas experiências na produção colaborativa de memória.Contudo, no transcurso da narração, o passado, o presente violento e o futuro incerto convergem e conduzem os participantes a questionarem se há lugar para a não repetição, quando problemáticas atuais, ligadas a formas históricas de violência e as expectativas de construção de paz no futuro emergem e posicionam-se no centro da discussão. Em consequência, veem-se obrigados a mudar a perspectiva de suas proposições iniciais, aoponto de aceitar que o conhecimento do passado ganha sentido, sempre que, no presente, se realizarem ações que contribuam para a transformação das contradições subjacentes do conflito, e assim evitar sua reprodução cíclica. Em síntese, a partir de uma análise de enquadramento interpretativo, este artigo esclarece acerca das práticas discursivas e das lutas que atores específicos travam em espaços concretos, como a escola, ante as contradições impostas por um contexto no qual a produção de memória deve coexistir com diferentes formas de violência.
dc.formatapplication/pdf
dc.publisherUniversidad Nacional de Colombia - Sede Bogotá - Facultad de Ciencias Humanas - Departamento de Sociología
dc.relationhttps://revistas.unal.edu.co/index.php/recs/article/view/61953
dc.relation.ispartofUniversidad Nacional de Colombia Revistas electrónicas UN Revista Colombiana de Sociología
dc.relation.ispartofRevista Colombiana de Sociología
dc.subjectBogota
dc.subjectarmed conflict
dc.subjecteducation
dc.subjectsocial justice
dc.subjectinterpretive frameworks
dc.subjectcollective memory
dc.subjectpeace
dc.subjectviolence
dc.subjectBogotá
dc.subjectconflicto armado
dc.subjecteducación
dc.subjectjusticia social
dc.subjectmarcos interpretativos
dc.subjectmemoria colectiva
dc.subjectpaz
dc.subjectviolencia
dc.subjectBogotá
dc.subjectconflito armado
dc.subjecteducação
dc.subjectjustiça social
dc.subjectmemória coletiva
dc.subjectreferenciais interpretativos
dc.subjectpaz
dc.subjectviolência.
dc.subject.ddc3 Ciencias sociales / Social sciences
dc.titleReenmarcando la producción social de memoria: la experiencia de docentes y estudiantes en dos colegios de Bogotá
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.type.spaArtículo - Article
dc.type.hasversioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.rights.accessRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.identifier.bibliographicCitationBermeo Osorio, Julián David (2017) Reenmarcando la producción social de memoria: la experiencia de docentes y estudiantes en dos colegios de Bogotá. Revista Colombiana de Sociología, 40 (1). pp. 65-82. ISSN 2256-5485
dc.identifier.eprintshttp://bdigital.unal.edu.co/67192/


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