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dc.creatorD´Amico, María Victoria
dc.date.accessioned2019-07-03T01:40:36Z
dc.date.available2019-07-03T01:40:36Z
dc.date.created2016-01-01
dc.identifierISSN: 2256-5485
dc.identifier.urihttps://repositorio.unal.edu.co/handle/unal/66203
dc.descriptionEl problema de la desigualdad ha ido tomando un lugar central en los lineamientos políticos de las agendas de los organismos internacionales respecto a la orientación que debe adoptar la política social en América Latina. Cabe considerar que la utilización de la misma categoría no implica ni una idéntica definición ni un diagnóstico común acerca de aquella, tampoco una similar justificación política acerca de la necesidad de su eliminación, o al menos de su reducción. Por ello, a través de la sistematización de informes y documentos publicados por el Banco Mundial (bm), la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (cepal) y el Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (pnud), así como de fuentes secundarias, a lo largo de este artículo se busca comprender cómo se entiende la noción de desigualdad desde la perspectiva de los organismos internacionales, a través del análisis de una desigualdad de qué y entre quiénes se plantea, y dónde se reconocen sus orígenes, así como la identificación de otras categorías con las que se interrelaciona.En el texto se muestra, por un lado, que la desigualdad es reducida a una variable técnica ajustable en un esquema de equilibrio complementario entre igualdad, crecimiento y pobreza. Por otro, que está inscripta en una visión política que pierde de vista que la ciudadanía opera como sistema de clasificación que demarca límites de inclusión y exclusión social.El artículo se propone aportar a la reflexión acerca de los usos de dicha categoría cuando se constituye en parte del discurso hegemónico de estas instituciones que concentran poder de clasificación e intervención política sobre nuestra región. La preocupación se plantea respecto a que la desigualdad pueda devenir un eufemismo y pierda así el potencial que las ciencias sociales le han atribuido históricamente para cuestionar las relaciones de poder existentes. Frente a ello, se propone una aproximación epistemológica y metodológica crítica para el uso de la categoría desigualdad que pueda ser retomada a la hora de construir nuestras propias agendas de investigación.
dc.descriptionThe problem of inequality has been taking a central place in the political guidelines of the agendas of international agencies with respect to social policy in Latin America. The word inequality does not imply an identical definition or a common diagnosis, or a similar political justification regarding the need of its elimination, or at least of its reduction. For this reason, through the systematization of reports and documents published by the World Bank (WB), the Economic Commission for Latin America and the Caribbean (ECLAC) and the United Nations program for development (UNDP), as well as secondary sources, this article seeks to understand how the notion of inequality is understood by international organizations through the analysis of the inequality of what, of whom, and of what origins, as well as the identification of other interacting categories.The text demonstrates, first, that inequality is reduced to a technical-adjustable variable in a complementary balance between equality, growth and poverty. Secondly, that inequality is inscribed in a political vision that loses sight that society operates as a classification system that defines the boundaries of social inclusion and exclusion.The article reflects on the uses of the term when it is part of the hegemonic discourse of those institutions that concentrate power of classification and policy intervention in our region. The concern arises that inequality can become a euphemism and thus lose the potential that social sciences have historically attributed to it to question existing power relations. In response, the article proposes an epistemological approach and methodological criticism for the use of the term inequality that can be retaken when constructing our own research agendas.
dc.descriptionO problema da desigualdade vem tomando um lugar central nos lineamentos políticos das agendas dos organismos internacionais a respeito da orientação que a política social deve adotar na América Latina. Cabe considerar que a utilização da mesma categoria não implica nem uma idêntica definição, nem um diagnóstico comum sobre aquela, tampouco uma similar justificativa política sobre a necessidade de sua eliminação, ou pelo menos sua redução. Por isso, por meio da sistematização de relatórios e documentos publicados pelo Banco Mundial, a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), bem como fontes secundárias, ao longo deste artigo, busca-se compreender como se entende a noção de desigualdade sob a perspectiva dos organismos internacionais mediante a análise de uma desigualdade de que, e entre quem se apresenta, e onde se reconhecem suas origens, assim como a identificação de outras categorias com as quais se inter-relacionam.Neste texto, mostra-se, por um lado, que a desigualdade é reduzida a uma variável técnica ajustável num esquema de equilíbrio complementar entre igualdade, crescimento e pobreza. Por outro, que está inscrita numa visão política que perde de vista que a cidadania opera como sistema de classificação que estabelece limites de inclusão e exclusão social.Este artigo se propõe contribuir para a reflexão sobre os usos dessa categoria quando se constitui em parte do discurso hegemônico dessas instituições que concentram poder de classificação e intervenção política sobre nossa região. A preocupação é apresentada a respeito de que a desigualdade possa devir um eufemismo e perca, assim, o potencial que as ciências sociais lhe vêm atribuindo historicamente para questionar as relações de poder existentes. Diante disso, propõe-se uma aproximação epistemológica e metodológica crítica para o uso da categoria desigualdade que possa ser retomada na hora de construir nossas próprias agendas de pesquisa.
dc.formatapplication/pdf
dc.publisherUniversidad Nacional de Colombia - Sede Bogotá - Facultad de Ciencias Humanas - Departamento de Sociología
dc.relationhttps://revistas.unal.edu.co/index.php/recs/article/view/56348
dc.relation.ispartofUniversidad Nacional de Colombia Revistas electrónicas UN Revista Colombiana de Sociología
dc.relation.ispartofRevista Colombiana de Sociología
dc.subjectAmérica Latina
dc.subjectcuestión social
dc.subjectdesigualdad
dc.subjectpolítica social.
dc.subjectLatin America
dc.subjectsocial issue
dc.subjectinequality
dc.subjectsocial policy.
dc.subjectAmérica Latina
dc.subjectquestão social
dc.subjectdesigualdade
dc.subjectpolítica social
dc.subject.ddc3 Ciencias sociales / Social sciences
dc.titleLa definición de la desigualdad en las agendas recientes de los organismos internacionales para América Latina
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.type.spaArtículo - Article
dc.type.hasversioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.rights.accessRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.identifier.bibliographicCitationD´Amico, María Victoria (2016) La definición de la desigualdad en las agendas recientes de los organismos internacionales para América Latina. Revista Colombiana de Sociología, 39 (1). pp. 221-240. ISSN 2256-5485
dc.identifier.eprintshttp://bdigital.unal.edu.co/67227/


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