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dc.creatorGalindo Hernández, Carolina
dc.date.accessioned2019-07-03T01:42:33Z
dc.date.available2019-07-03T01:42:33Z
dc.date.created2015-01-01
dc.identifierISSN: 2256-5485
dc.identifier.urihttps://repositorio.unal.edu.co/handle/unal/66220
dc.descriptionComo una introducción a la sección temática de este volúmen, este artículo sugiere, a partir de tres experiencias concretas, una serie de temas para la construcción de una agenda de investigación relacionada con la conflictiva coexistencia del Estado y diferentes actores de la sociedad civil, armados y no armados, en escenarios marcados por el uso de la violencia como dispositivo de ejercicio del poder sobre un territorio y un colectivo. Las experiencias presentadas dan cuenta de tres escenarios y momentos muy diferentes: un linchamiento en la ciudad peruana de Ilave en el 2004, el triunfo electoral en el 2011 de un candidato de izquierda en una ciudad colombiana controlada por el paramilitarismo y la reciente desaparición de 43 estudiantes en Ayotzinapa, México, en el 2014. El caso de los linchamientos plantea el reto de examinar prácticas jurídicas locales que pueden conducir al ejercicio de la “justicia por mano propia”. Para el caso colombiano, estas prácticas locales, más allá de las “justicias comunitarias”, han descansado  básicamente en manos de los actores armados, planteando así importantes desafíos en el análisis de los legados de estas prácticas en un escenario de posconflicto. Este segundo caso conduce, también, a la reflexión sobre las posibilidades de resistencia y mecanismos de rendición de cuentas bajo el control de actores armados. Por último, el tercer caso plantea la cuestión sobre la cooperación abierta u oculta entre actores estatales y no estatales en zonas de conflicto, en especial bajo el control de redes de crimen organizado. En la medida en que sea posible indagar en aspectos que precisan de un mayor detenimiento en la comprensión del fenómeno, será también factible definir líneas de intervención que permitan superar losdesafíos que escenarios como el posconflicto, para casos como el colombiano, plantean en términos de la convivencia pacífica y de una realización efectiva de la ciudadanía.
dc.descriptionAs an introduction to the thematic section and on the basis of three concrete experiences, this article suggests a series of critical issues for the construction of a research agenda related to the conflictive coexistence of the State and various actors of civil society,armed and non-armed. The background against which these reflections are put forward are several scenarios marked by the use of violence as a tool for exercising power over a territory and collective. The experiences presented describe three of those scenarios and moments: a lynching in the Peruvian city of Ilave in 2004, the electoral triumph in 2011 of a leftist candidate in a Colombian city controlled by paramilitarism, and the recentdisappearance of 43 students in Ayotzinapa, México, in 2014. The case of the lynchings offers the challenge of examining local juridical practices that may lead to the exercise of “taking justice into one’s own hands”. For the Colombian case, these local practices— going beyond “community justice”—have basically rested in the hands of armed actors, thus offering important challenges to the analysis of the legacies of these practices in a post-conflict scenario. This second case also leads to reflection regarding the possibilities of resistance and mechanisms of accountability under the control of armed actors. Finally, the third case raises the question of open or hidden cooperation between State and non-State actors in zones of conflict, especially under the control of organized crime networks. To the degree that it is possible to examine aspects that require greater attention in understandingthe phenomenon, it would be equally possible to define lines of intervention that make it possible to overcome the challenges that scenarios such as the post-conflict scenario pose, in the Colombian case, in terms of peaceful coexistence and the effectiverealization of citizenship.
dc.descriptionComo uma introdução à seção temática que faz parte desta edição, este artigo sugere, a partir de três experiências concretas, uma série de temas para a construção de uma agenda de pesquisa relacionada com a conflitiva coexistência do Estado e diferentesatores da sociedade civil, armados e não armados, em cenários marcados pelo uso da violência como dispositivo de exercício do poder sobre um território e um coletivo. As experiências apresentadas dão conta de três cenários e momentos muito diferentes: um linchamento na cidade peruana de Ilave em 2004, o triunfo eleitoral em 2011 de um candidato de esquerda numa cidade colombiana controlada pelo paramilitarismo e pelo recente desaparecimento de 43 estudantes em Ayotzinapa, México, em 2014. O caso do linchamento propõe o desafio de examinar práticas jurídicas locais que podem conduzir ao exercício da “justiça com as próprias mãos”. Para o caso colombiano, essas práticaslocais, mais além das “justiças comunitárias”, têm descansado basicamente em mãos dos atores armados, o que leva a importantes desafios na análise dos legados dessas práticasno cenário de pós-conflito. Esse segundo caso conduz também à reflexão sobre as possibilidades de resistência e mecanismos de prestação de contas sob o controle de atores armados.Finalmente, o terceiro caso propõe a questão sobre a cooperação aberta ou oculta entre atores estatais e não estatais em áreas de conflito, especialmente sob o controle de redes de crime organizado. Na medida em que seja possível indagar sobre aspectos que precisam de mais atenção na compreensão do fenômeno, será igualmente factível definir linhas de intervenção que permitam superar os desafios que cenários como o pós-conflito, para casos como o colombiano, apresentam em termos da convivência pacífica e de uma realização efetiva da cidadania.
dc.formatapplication/pdf
dc.publisherUniversidad Nacional de Colombia - Sede Bogotá - Facultad de Ciencias Humanas - Departamento de Sociología
dc.relationhttps://revistas.unal.edu.co/index.php/recs/article/view/53262
dc.relation.ispartofUniversidad Nacional de Colombia Revistas electrónicas UN Revista Colombiana de Sociología
dc.relation.ispartofRevista Colombiana de Sociología
dc.subjectciudadanía
dc.subjectgobernanza democrática
dc.subjectorden social
dc.subjectrelaciones Estado-sociedad civil
dc.subjectviolencia.
dc.subjectcitizenship
dc.subjectdemocratic governance
dc.subjectsocial order
dc.subjectState-civil society relationships
dc.subjectviolence.
dc.subjectcidadania
dc.subjectgovernança democrática
dc.subjectordem social
dc.subjectrelações Estadosociedade civil
dc.subjectviolência.
dc.subject.ddc3 Ciencias sociales / Social sciences
dc.titleEstado, sociedad civil y gobernanza local en contextos violentos. Algunos temas para una agenda de investigación
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.type.spaArtículo - Article
dc.type.hasversioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.rights.accessRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.identifier.bibliographicCitationGalindo Hernández, Carolina (2015) Estado, sociedad civil y gobernanza local en contextos violentos. Algunos temas para una agenda de investigación. Revista Colombiana de Sociología, 38 (1). pp. 25-38. ISSN 2256-5485
dc.identifier.eprintshttp://bdigital.unal.edu.co/67244/


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