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dc.creatorJiménez Garcés, Claudia Mercedes
dc.date.accessioned2019-07-03T01:43:10Z
dc.date.available2019-07-03T01:43:10Z
dc.date.created2015-01-01
dc.identifierISSN: 2256-5485
dc.identifier.urihttps://repositorio.unal.edu.co/handle/unal/66225
dc.descriptionEn las tensiones de la sociedad moderna, la subjetividad surge a partir de las resistencias, la creatividad y la capacidad de generar transformaciones. Como es propio del ejercicio de las ciencias sociales, el conocimiento construido de manera colectiva se fundamenta en la idea de comprender que la subjetividad misma se constituye socialmente. Al percibir la dinámica de las realidades sociales es posible identificar que la subjetividad emerge en múltiples circunstancias: “en medio de contingencias, modos transitorios de vida, luchas permanentes, entre el deseo, las presiones sociales y las necesidades de vivir y sobrevivir” (Martínez y Cubides, 2012, p. 174). Los actuales movimientos sociales surgen de los cambios culturales del actual contexto, es decir, a medida que la sociedad global se transforma, se instala y se perpetúa, se presentan una serie de nuevas condiciones incluyentes o excluyentes que provocan nuevas demandas sociales. Los cambios y las necesidades de particularización e inclusión dentro de los procesos de homogenización le apuntan, para el caso de las nuevas acciones sociales, a una revaloración de la identidad.En ese sentido, los movimientos sociales se oponen a la tendencia al rechazo del sujeto, predominante en la sociedad totalizante. En las nuevas prácticas de los movimientos sociales, aparecen las manifestaciones de las “piernas cruzadas” o huelgas de sexo, que permiten reflexionar sobre el cuerpo de la mujer como lugar de lo político y evidenciar que a partir de las fisuras que deja el pensamiento moderno, en lo que para el artículo se denominará desencantos modernos,estallan expresiones que desde lo colectivo permiten comprender la construcción de nuevas subjetividades. En este análisis, se trata, entonces, de proyectar nuevas miradas deestudio acerca de lo emergente en una sociedad globalizada, de manera que es necesario preguntarse sobre lo cultural, lo político, el género, las nuevas exclusiones, las formas de resistencia, las nuevas ciudadanías, etc., en un escenario cambiante, en movimiento, desencantado, totalizado, homogenizado y con emergencias de estudio
dc.descriptionAmong the tensions of modern society, subjectivity arises based on resistances, creativity, and the capacity of the generated transformations. As is standard practice in the social sciences, collectively constructed knowledge is based on the understanding that subjectivity itself is socially constructed. In perceiving the dynamics of social realities, it is possible to identify that subjectivity emerges in multiple circumstances: “amidst contingencies, transitory modes of life, permanent struggles; between desire, social pressures, and the needs of living and surviving” (Martínez y Cubides, 2012, p. 174). Current socialmovements arise from the cultural changes of the current context; that is, to the extent that global society is transformed, installed, and perpetuated, a series of new inclusive or exclusive conditions present themselves, provoking new social demands. In the case ofnew social actions, the changes and necessities of particularization and inclusion within the process of homogenization indicate a re-evaluation of identity. In this sense, social movements are opposed to trends that reject the subject, which are predominant in atotalizing society. In the new practices of social movements, “crossed-leg” or sex-strike demonstrations present themselves, making possible a reflection on the female body as the site of thepolitical and showing that, based on fissures caused by modern thinking that the article labels modern dissatisfactions, expression explodes, which, from a collective perspective, makes it possible to understand the construction of new subjectivities. Thus, in this analysis, we attempt to take new lines of investigation regarding what is emerging in a globalized society; therefore, it is necessary to ask questions regarding the cultural, the political, gender, new exclusions, forms of resistance, new citizenship, etc. in a changing scenario that is in movement, disenchanted, totalized, homogenized, and in pressing need of study.
dc.descriptionNas tensões da sociedade moderna, a subjetividade surge a partir das resistências, da criatividade e da capacidade de gerar transformações. Como é próprio do exercício dasciências sociais, o conhecimento construído coletivamente é fundamentado na ideia de compreender que a subjetividade em si se constitui socialmente. Ao perceber a dinâmica das realidades sociais, é possível identificar que a subjetividade emerge em múltiplas circunstâncias: “em meio de contingências, modos transitórios de vida, lutas permanentes, entre o desejo, as pressões sociais e as necessidades de viver e sobreviver” (Martínez yCubides, 2012, p. 174). Os atuais movimentos sociais surgem das mudanças culturais do atual contexto, isto é, à medida que a sociedade global é transformada, instalada e perpetuada,apresenta-se uma série de novas condições inclusivas ou exclusivas que provocam novas demandas sociais. As mudanças e as necessidades de particularização e inclusão dentro dos processos de homogeneização apontam, para o caso das novas ações sociais,a uma revalorização da identidade. Nesse sentido, os movimentos sociais se opõem à tendência à rejeição do sujeito, predominante na sociedade totalizante. Nas novas práticas dos movimentos sociais, aparecem as manifestações das pernas cruzadas ou greves de sexo, que permitem refletir sobre o corpo da mulher como lugardo político e evidenciar que, a partir das fissuras que o pensamento moderno deixa, no que para o artigo será denominado como desencantos modernos, explodem expressões que, do coletivo, permitem compreender a construção de novas subjetividades. Nestaanálise, pretende-se projetar novos olhares de estudo sobre o emergente numa sociedade globalizada; portanto, é necessário que se indague sobre o cultural, o político, o gênero, as novas exclusões, as formas de resistência, as novas cidadanias etc. num cenário flutuante, em movimento, desencantado, totalizado, homogeneizado e com emergência de estudo.
dc.formatapplication/pdf
dc.publisherUniversidad Nacional de Colombia - Sede Bogotá - Facultad de Ciencias Humanas - Departamento de Sociología
dc.relationhttps://revistas.unal.edu.co/index.php/recs/article/view/53283
dc.relation.ispartofUniversidad Nacional de Colombia Revistas electrónicas UN Revista Colombiana de Sociología
dc.relation.ispartofRevista Colombiana de Sociología
dc.subjectcuerpo
dc.subjectgénero
dc.subjectmujer
dc.subjectneosubjetividad
dc.subjectnuevos movimientos sociales
dc.subjectpolítica.
dc.subjectbody
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dc.subjectneo-subjectivity
dc.subjectnew social movements
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dc.subjectmulher
dc.subjectneossubjetividade
dc.subjectnovos movimentos sociais
dc.subjectpolítica.
dc.subject.ddc3 Ciencias sociales / Social sciences
dc.titleMovimiento social de “piernas cruzadas”, práctica neosubjetiva y comprensión del cuerpo como lugar de lo político
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.type.spaArtículo - Article
dc.type.hasversioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.rights.accessRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.identifier.bibliographicCitationJiménez Garcés, Claudia Mercedes (2015) Movimiento social de “piernas cruzadas”, práctica neosubjetiva y comprensión del cuerpo como lugar de lo político. Revista Colombiana de Sociología, 38 (1). pp. 145-163. ISSN 2256-5485
dc.identifier.eprintshttp://bdigital.unal.edu.co/67249/


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